Mãe de santo que fornece na execução de detetive volta a ser presa

A mãe de santo Sueli da Silva, 56, envolvida na execução da detetive particular e Zuleide Lourdes Teles da Rocha, 57, ocorrida no dia 19 de junho deste ano em Dourados (a 233 km de Campo Grande), voltou a ser presa hoje (20). 
Depois de quase três meses em liberdade provisória, Sueli teve a prisão decretada pelo juiz da 3ª Vara Criminal Eguiliell Ricardo da Silva, a pedido da procuradora de Justiça Jaceguara Dantas da Silva. 
Ela estava solta desde a audiência de custódia (no dia 23 de junho) para esperar o julgamento em liberdade, mas a Procuradoria de Justiça recorreu e pediu o novo mandado de prisão preventiva. 
“Sobressaem indícios de que a recorrida [Sueli] pode interferir concretamente na apuração do delito e produção das provas, em especial considerando as informações acostadas aos autos de que Sueli, além de esconder a arma do crime, orientou um dos acusados ​​(Willian) a deixar a cidade, bem como empreendeu fuga para a cidade de Rio Brilhante, local onde foi detida após deslinde das investigações e atuação policial ”, afirmou a procuradora. 
Na tarde de hoje, Sueli foi presa por agentes do SIG (Setor de Investigações Gerais) no Residencial Dioclécio Artuzi I, onde mora, e levada para a 1ª Delegacia de Polícia Civil. 
Sueli da Silva era guia espiritual do marido de Zuleide da Rocha, o também detetive particular Givaldo Ferreira Santos, 62 anos.
Ele está preso como mandante do crime. Outros dois resultados que seguem presos são José Olímpio Melo Junior, 32, autor do tiro fatal, e Willian Ferreira Santos, 25, filho de Givaldo. Teria sido por ordens de “guia espiritual” que José Olímpio matou Zuleide Zuleide. Ele disse que uma execução foi tramada por Sueli da Silva e por Givaldo. Durante como “consultas”, segundo o pistoleiro, a mãe de santo dizia para o detetive que ele tinha de “dar um jeito” em Zuleide e teria de matá-la. 
No dia 10 de junho, supostamente “incorporada com o guia”, critério dito a José Olímpio para ele matar Zuleide, pois seria “protegido pelo guia”. Ele afirmou ter se negado bol, mas acabou cedendo. Segundo o pistoleiro, foi Sueli e Willian que armaram a emboscada para a categoria. 
Ele afirmou ter se negado bol, mas acabou cedendo. Segundo o pistoleiro, foi Sueli e Willian que armaram a emboscada para a categoria. 
Ele afirmou ter se negado bol, mas acabou cedendo. Segundo o pistoleiro, foi Sueli e Willian que armaram a emboscada para a categoria.

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